A escolha da profissão assombra muitas pessoas. No meu caso, não foi diferente. Estava divida entre seguir a carreira dos meus pais ou deixar que o meu sonho se concretizasse. Optei pela segunda. Desde pequena gostava de pessoas, de conhecê-las, saber o que as diferenciavam.
A leitura de livros investigativos estimulou minha curiosidade, uma das características principais do profissional de comunicação. Meus primeiros trabalhos jornalísticos ocorreram aos 12 anos. Em cada comemoração de aniversário, eu entregava ao personagem principal da festa um conjunto de texto e vídeo. O objetivo era emocionar.
A leitura de livros investigativos estimulou minha curiosidade, uma das características principais do profissional de comunicação. Meus primeiros trabalhos jornalísticos ocorreram aos 12 anos. Em cada comemoração de aniversário, eu entregava ao personagem principal da festa um conjunto de texto e vídeo. O objetivo era emocionar.
Impulsionada por essa paixão, decidi ser jornalista. Enfrentei preconceitos e venci obstáculos. Ao entrar na universidade, não tive dúvidas que havia escolhido a profissão certa, ou melhor, que a profissão havia me escolhido.
Aprendo nas aulas que o jornalista deve informar objetivamente. Porém, acredito que é possível além de noticiar os fatos, emocionar o público. Talvez esta ideia esteja regada as minhas primeiras tentativas de comunicadora. Ser jornalista é um sonho, e apesar da forte rotina, sinto-me preparada para entrar neste mundo. Quero fazer a diferença por onde passar.

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